A minha mensagem de fim de ano para você só poderia se valer da música que deu vida, nos idos de 1981, a esse nosso programa. Como na letra de Fernando Brant, Maria é um dom, uma força que nos alerta.
Além disso, Maria tem uma certa magia que se revela no som, na cor, mas também no suor. Um suor que a faz sorrir quando a vontade é chorar.
Por isso mesmo, sob a inspiração dessa Maria que vive em todas nós, vamos tentar transmutar nossa dor em alegria.
2025 está terminando, mas entra para a história como talvez um dos anos mais difíceis dos últimos tempos. Em nível global, foram muitos os eventos que contribuíram para um cenário de dificuldades e instabilidade, incluindo a intensificação de conflitos armados, graves desastres climáticos e crescentes tensões geopolíticas e econômicas.
Por tudo isso, é chegada a hora de fazer valer nossa raça, força e fé na vida e na luta.
E, particularmente, eu gostaria de me despedir de vocês e deste ano que chega ao fim com a certeza de que essa nossa estranha mania de ter fé na vida há de continuar sendo inabalável.
Prova disso é o exemplo da jovem Amanda Lima, responsável pela mais nova produção acadêmica sobre este nosso programa. Ela acaba de apresentar sua tese de fim de curso, com nota máxima da banca que analisou o projeto, intitulado A vida transformada em ondas: a força das mulheres que encontraram acolhimento no rádio.
Parabéns, Amanda!
E eu gostaria de saber um pouco da aventura que foi sair em campo para ir ao encontro da nossa audiência, como Kennya Silva, lá em Xinguara, no Pará; Cláudio Paixão, em Estreito, no Maranhão; e até a doutora Lívia Martins, em Goiânia, Goiás.
10:10
