Autor: Lucas Pordeus Leon - Reporter da Agencia Brasil

Alvo recentemente de ações militares dos Estados Unidos com objetivo de promover mudanças de poder a partir da retirada de Nicolás Maduro da presidência, a Venezuela também sofre há anos os efeitos de sanções econômicas impostas pelo governo norte-americano, chamadas de Medidas Coercitivas Unilaterais.   Estudos apontam que cercos econômicos prolongados têm sido cada vez mais utilizados como arma de política externa para pressionar ou derrubar determinados governos. O roteiro se repete em outros países, como o Irã.   Notícias relacionadas:Venezuelana María Corina Machado entrega seu Nobel da Paz a Trump.Trump e Delcy Rodríguez relatam conversa “produtiva” por telefone.Venezuela diz…

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Alvos recentes de ações militares dos Estados Unidos, Irã e Venezuela também têm em comum as sanções econômicas aplicadas pela Casa Branca aos dois países. Estudos apontam que cercos econômicos prolongados têm sido cada vez mais utilizados como arma de política externa para pressionar ou derrubar determinados governos.  No caso do Irã, há também sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU contra o programa nuclear de Teerã. Na raiz dos protestos que sacudiram o país persa nas últimas semanas está a desvalorização de 50% da moeda iraniana e uma inflação oficial de 42% em 2025.  Notícias relacionadas:Protestos no Irã…

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Os Estados Unidos (EUA) suspenderam a concessão de vistos para imigrantes de 75 países, o que incluiria o Brasil, além de Rússia, Irã, Somália, Afeganistão, Nigéria, Tailândia, entre outros. O governo de Donald Trump não cita mudanças nos vistos para turismo. “O Departamento de Estado suspenderá o processamento de vistos de imigrantes de 75 países cujos migrantes recebem benefícios sociais do povo americano em taxas inaceitáveis. O congelamento permanecerá em vigor até que os EUA possam garantir que os novos imigrantes não irão extrair riqueza do povo americano”, diz comunicado oficial. Notícias relacionadas:Governo Trump revoga mais de 100 mil vistos,…

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Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Rússia, Vladimir Putin, conversaram nesta quarta-feira (14), por telefone, sobre a situação na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e do sequestro do presidente Nicolás Maduro. Em nota, o Kremlin informou ainda que ambos os presidentes trocaram opiniões sobre questões internacionais da atualidade, “com foco na situação da Venezuela”. Notícias relacionadas:Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela.Ação de Trump nas Américas favorece Putin na Ucrânia, diz historiador.Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e cobra resposta da ONU.“[Os presidentes] enfatizaram as abordagens fundamentais compartilhadas pela Rússia…

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O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, divulgou na noite de terça-feira (13) que já foram libertadas 400 pessoas consideradas presas políticas pela oposição.  O balanço inclui 160 pessoas que foram soltas em 23 de dezembro de 2024. As demais deixaram as prisões depois que o país sofreu uma invasão militar dos Estados Unidos, na qual o presidente, Nicolás Maduro, foi sequestrado.  Notícias relacionadas:Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela.Venezuela liberta 18 detentos de prisão após incursão militar dos EUA.CEO de petroleira dos EUA a Trump: “é inviável investir na Venezuela”.Grupos que monitoram esses presos contestam esse número e…

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Um grupo de juristas e de organizações sociais e de direitos humanos pediu ao Tribunal Penal Internacional (TPI) a abertura de investigação preliminar para apurar possíveis crimes contra a humanidade cometidos pelos Estados Unidos (EUA) em águas internacionais do Caribe e na invasão da Venezuela. “A comunicação denuncia crimes de guerra, crimes contra a humanidade, crime de agressão, tomada de reféns, pilhagem, desaparecimentos forçados e graves violações do direito internacional humanitário”, afirma, em comunicado, a Associação Americana de Juristas (AAJ), uma das entidades envolvidas na denúncia. Notícias relacionadas:Conheça o ICE: polícia migratória de Trump alvo de protestos nos EUA.Dinamarca e Groenlândia…

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O presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos (EUA), Jerome  Powell, acusou o presidente Donald Trump de usar uma acusação criminal como forma de chantagem para forçar a redução de juros no país. O FED é o Banco Central dos EUA, responsável por definir a taxa básica de juros do país.  Em comunicado emitido neste domingo (11), Powell informou que recebeu uma notificação do Departamento de Justiça com uma ameaça de denúncia criminal envolvendo um projeto para reforma nos prédios do FED.    Notícias relacionadas:Trump faz ameaças a Cuba e presidente Miguel Diaz-Canel reage .EUA reduzem taxa de juros…

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A invasão da Venezuela pelos Estados Unidos (EUA) e as ameaças de Donald Trump contra Colômbia, Groenlândia e México favorecem o avanço militar da Rússia contra a Ucrânia, avalia o historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva. “Os EUA estão muito ocupados com aquilo que o Marco Rubio [secretário do Departamento de Estado dos EUA] chamou, infelizmente, de hemisfério ‘deles’. Então, é possível que isso dê uma autorização tática para a Rússia liquidar de vez o problema ucraniano”, disse. Notícias relacionadas:Petro diz que temeu ser capturado pelos EUA assim como Maduro.Trump diz que EUA atacarão cartéis de droga por terra.EUA querem Groenlândia…

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Durante as negociações para um acordo de paz, a Rússia lançou míssil hipersônico de médio alcance Oreshnik contra a Ucrânia em um ataque massivo de drones entre a noite dessa quinta-feira (8) e a madrugada desta sexta-feira (9).  É a segunda vez que Moscou lança esse projétil contra Kiev. O míssil Oreshnik pode chegar a dez vezes a velocidade do som e, inclusive, pode transportar ogivas nucleares. O armamento é tido como uma das armas mais avançadas do país.  Notícias relacionadas:Zelensky discute com Trump presença de tropas dos EUA na Ucrânia .China e Rússia pedem na ONU libertação imediata de Maduro.Presidente…

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Controlar todas as rotas marítimas para dificultar o comércio da China está por trás da intenção dos Estados Unidos (EUA) de invadir e anexar a Groenlândia, segundo avaliam especialistas em relações internacionais e geopolítica consultados pela Agência Brasil.  O Oceano Ártico liga Ásia, Europa e América do Norte e, com as mudanças climáticas, espera-se que o derretimento das calotas polares reduza o preço de frete nessa região nas próximas décadas. Notícias relacionadas:Após ameaçar Groenlândia, Trump menospreza peso de europeus na Otan.EUA precisam da Groenlândia por razões de “segurança nacional”.Lula apoia Dinamarca contra anexação da Groenlândia pelos EUA.Em documento publicado em…

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