Uma resolução publicada nesta sexta-feira (23) reconhece métodos alternativos ao uso de cobaias para o diagnóstico da raiva animal.

A medida é do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com a Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório.
O texto estabelece novas diretrizes para diagnosticar a raiva no Brasil, dando prioridade ao uso de métodos alternativos que evitem o sofrimento de seres vivos.
E reconhece formalmente técnicas modernas, como a imunofluorescência direta e testes de biologia molecular, para substituir ou reduzir cobaias em laboratórios.
A partir desta norma, o tradicional isolamento viral em camundongos passa a ser permitido apenas como último recurso em situações de resultados inconclusivos.
As instituições de pesquisa e ensino têm agora um prazo de cinco anos para se adaptarem totalmente à obrigatoriedade das novas tecnologias de diagnóstico.
Segundo o Governo Federal, essa mudança representa um alinhamento da ciência brasileira aos padrões internacionais de bem-estar animal no controle da doença.
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